Confesso que errei!

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Estudo do erro, mas sempre buscando o acerto

Atuando como professor

Como professor, caí no erro de acreditar que um software poderia protagonizar o desenvolvimento de alguma habilidade, outras vezes, deixei sob a sua responsabilidade a aprendizagem de algum conteúdo… errei algumas vezes, mas confesso que sempre busquei o acerto. Durante esses processos, questionei e busquei métricas para conhecer o aprendizado e conseguir aproximar o ensino dos meus objetivos pedagógicos. Em todas as situações foi preciso intervir no processo, em algum ou outro motivo o software era um sinalizador, restando  ao professor estar atento aos sinais. (Acesse o Menu Professor para saber de outras experiências)

Atuando como Pai

Como não poderia ser diferente, cometi os meus ou outros erros como Pai, mas tentando acertar, percebia que deixar o meu filho acessando o Tablet ou assistindo o seu desenho predileto, poderia ser uma forma de entretê-lo para ter tempo livre de fazer outras coisas, mais um erro…

Passei a assistir com ele, a usar o Tablet com ele… alguns questionamentos interessantes foram acontecendo, com seus 3 anos de idade, meu filho assistindo ao desenho da Patrulha Canina, perguntou sobre a mão do cachorro… Nesse momento, paramos o desenho e fomos ao Tablet, pesquisar sobre patas de cachorro, foi muito divertido, ele contava os dedos  das patas, depois contava os dedos da sua mão… estabelecia relações… aprendeu que o cachorro tem pata e não mão, etc.

Noutro dia ele estava assistindo no Tablet, um carrinho descendo numa pista de Hot Wheels e ficou pedindo uma igual, paramos o vídeo e expliquei que não tínhamos uma pista igual aquela, mas poderíamos criar a nossa própria pista… Veja o resultado:

Acredito que muitas vezes, devido a diversas questões particulares, deixamos nosso filhos sendo “monitorados pelos equipamentos eletrônicos”, talvez por isso, o consumismo tem se fortalecido nesses últimos tempos. Nossas crianças quando sozinhas, acessando essas mídias são excelentes clientes para as agências de propaganda e depois questionamos esse mundo do “Ter em detrimento do Ser”… Entramos no circulo do consumo, que alimenta-se da ausência de tempo para intervirmos junto aos nosso filhos, que nos traz um sentimento de culpa que parece ser curado quando compramos algo que ele deseja… e assim, segue o círculo!

Assista o vídeo do Dr. Ítalo e a partir do minuto 20, ele aborda a questão da tecnologia que corrobora com o conteúdo desse artigo.

Para romper com esse círculo precisamos estar atentos aos nossos filhos e ter consciência que “Educar dá trabalho!”, mas que a sua recompensa é infinitamente divina, um sentimento gostoso que vai surgindo a cada intervenção que fazemos e percebemos o seu aprendizado, perceber que antes ele não sabia e agora ele sabe e colaborar nessa mudança constante. Não posso deixar que a Televisão, Tablet, etc… faça isso por mim!

Ver meu filho crescendo e aprendendo me enche de AMOR!

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