Revista Laplage

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Cetic.br, uma constatação basilar

É comum encontrarmos na grande mídia, notícias que exaltam as qualidades digitais dos jovens, seja no uso dos aparatos tecnológicos ou até mesmo na facilidade em operar algum jogo, que para muitos de outra geração “parece coisa de outro mundo”.

Toda publicidade que circula esse tema reforça a postura educacional de que o jovem “domina a tecnologia” e quando a escola assume essa afirmação como verdadeira tem grande chace de cometer erros metodológicos.

Seguindo essa temática, publicamos (Profº M.e Marcelo Vieira e Profª Drª Margaréte Rosito) na Revista Laplage um artigo que contrapõe o “status quo” em Tecnologia Educacional. 

RESUMO

O trabalho apresenta como objetivos compreender a dimensão estética nos processos formativos e interpretar o desenvolvimento da autonomia e da emancipação dos sujeitos da “Geração Z” na Educação Básica, diante da utilização da Tecnologia Educacional Digital, a partir dos dados do CETIC.br.

O referencial teórico adotado baseia se em Adorno e Horkheimer, Schiller, Freire, Gadamer, os quais são adotados para o debate acerca da dimensão estética com destaque para a perspectiva de Papert e Lévy no que tange à Tecnologia da Informação e Comunicação. Os resultados são apresentados por meio das seguintes categorias: a estética do poder “Eu sei” da geração Z, A estética do poder do “Eu digital”. Em oposição, vislumbra-se uma possibilidade de libertação dos fenômenos midiáticos na ampliação de práticas instrumentais tecnológicas, a busca do caminho da conscientização da Cultura Digital no âmbito da relação do sujeito contemporâneo consigo mesmo, com o outro e com o mundo.

Veja na Integra e estabeleça um contraponto ao conceito de Tecnologia Educacional Digital em voga.

http://www.laplageemrevista.ufscar.br/index.php/lpg/article/view/345/489

 

 

 

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